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segunda-feira, 6 de junho de 2011

Industrialização no Brasil

Começo da industrialização 
Enquanto o Brasil foi colônia de Portugal 1500 á 1822 não houve desenvolvimento industrial em nosso país. Foi somente no final do século XIX que começou o desenvolvimento industrial no Brasil. Muitos cafeicultores passaram a investir parte dos lucros, obtidos com a exportação do café, no estabelecimento de indústrias, principalmente em São Paulo e Rio de Janeiro. Eram fábricas de tecidos, calçados e outros produtos de fabricação mais simples. A mão-de-obra usada nestas fábricas era, na maioria, formada por imigrantes italianos. 

Era Vargas e desenvolvimento industrial 

Foi durante o primeiro governo de Getúlio Vargas (1930-1945) que a indústria brasileira ganhou um grande impulso. Vargas teve como objetivo principal efetivar a industrialização do país, privilegiando as indústrias nacionais, para não deixar o Brasil cair na dependência externa. Com leis voltadas para a regulamentação do mercado de trabalho, medidas protecionistas e investimentos em infra-estrutura, a indústria nacional cresceu significativamente nas décadas de 1930-40. Porém, este desenvolvimento continuou restrito aos grandes centros urbanos da região sudeste, provocando uma grande disparidade regional. 

Durante este período, a indústria também se beneficiou com o final da Segunda Guerra Mundial (1939-45), pois, os países europeus, estavam com suas indústrias arrasadas, necessitando importar produtos industrializados de outros países, entre eles o Brasil.

Com a criação da Petrobrás (1953), ocorreu um grande desenvolvimento das indústrias ligadas à produção de gêneros derivados do petróleo(borracha sintética, tintas, plásticos, fertilizantes, etc.).


Últimas décadas do século XX

Nas décadas 70, 80 e 90, a industrialização do Brasil continuou a crescer, embora, em alguns momentos de crise econômica, ela tenha estagnado. Atualmente o Brasil possui uma boa base industrial, produzindo diversos produtos como, por exemplo, automóveis, máquinas, roupas, aviões, equipamentos, produtos alimentícios industrializados, eletrodomésticos, etc. Apesar disso, a indústria nacional ainda é dependente, em alguns setores, (informática, por exemplo) de tecnologia externa.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011


Registros do novo Brasfoot 2011

Nome : Rildo Cássio de Oliveira
Código:91577422

Nome:Maria das Merces da Silva
Código:89852160

Nome:Allysson Ronaldo
Código:47439863

Nome:João Paulo Correia Amorim
Código:102832085

Nome: Victor Augusto Bastos Martinuzzo
Código: 177050549









Registro Brasfoot 2010

nome: Danilo Gomes Miranda

código: 87010029


domingo, 3 de outubro de 2010

Esse texto foi feito pelo meu pai

FÉ
Falar sobre fé em nossos dias se tornou uma missão difícil, estamos atravessando momentos em que tem sido banalizado o verdadeiro conceito sobre fé.
Fé tem se tornado sinônimo de prosperidade, saúde, e vida fácil. Igrejas não estão levando em consideração princípios bíblicos, valores que realmente norteiam nossa vida e uma interpretação correta tem sido ignorada.
O que tem faltado em nosso meio atual, homens compromissados com o verdadeiro Evangelho baseado somente nas sagradas letras inseridas na Bíblia Sagrada.
Fé, não è somente acreditar em milagres sobre naturais e deixar de acreditar que tudo em nossa volta è um constante milagre. Quando olharmos para o passado não a como não ficarmos estarrecidos, boquiabertos diante de homens como Abraão, Isaque, Jacó e tantos outros que nos dão um exemplo do que realmente è fé.
Fé è acreditarmos que Deus vai cumprir em nossa vida os seus propósitos, designos e sua vontade.
            Precisamos resgatar overdadeiro conceito sobre fé que esta se perdendo em nossos dias mesmo que tenhamos que enfrentar gigantes, opositores que insistam em ludibriar o povo aproveitando suas situações adversas. 
O Deus do passado, presente e futuro estejam conosco.


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Se você estuda em alguma faculdade e for fazer uma resenha veja isso

 Prof.    Rev. Gildásio Jesus Barbosa dos Reis
E-Mail: gildasio@iposasco.org.br  -  fones: 3682.2904 / 3682.3075 / 9964.8647



Modelo de Resenha Crítica

Aluno : _______________________________________
Disciplina: ____________________________________ data : ____/ ______/ _____

RESENHA

1. Referência bibliográfica

Fazer a referência bibliográfica completa da obra resenhada;

Exemplo:

GREEN, Michael. Evangelização na Igreja Primitiva, São Paulo, SP: Edições Vida Nova 1989. Segunda  Edição em Português -1989 ( Traduzido do original em inglês: Evangelism In The Early Church,  por Hans Udo Fuchs  )

2. Apresentação do/a autor/a da obra

É o quadro de referência do autor. Apresenta-se o autor falando dos principais fatos relacionados à sua vida: local e ocasião de nascimento, formação acadêmica, algum fato ou fatos que teriam marcado sua vida e, conseqüentemente, sua forma de pensar.

3. Perspectiva teórica da obra

Toda obra escrita pertence a uma determinada perspectiva teórica; é muito importante saber a que tradição/escola teórica pertence o/a autor/a da obra que se está analisando, pois isso permite compreender a forma como está organizada, bem como a lógica da argumentação utilizada; quando se reconhece a perspectiva teórica do/a autor/a, sabe-se o que se pode esperar da obra que será analisada.

4. Breve síntese da obra

Antes de começar a análise de uma obra, é muito importante procurar ter uma visão panorâmica desta; isto pode ajudar a visualizar o começo, o meio e o fim da obra, permitindo saber de onde parte e para aonde vai o/ autor/a na sua argumentação; esta parte da resenha pode ser feita na forma de um esquema.

5. Principais teses desenvolvidas na obra e suas implicações

Depois de tudo preparado se pode analisar o conteúdo da obra de forma propriamente dita; o objetivo é traçar as principais teses do/a autor/a e não resumir a sua obra (resenha não é resumo!); é preciso ler com muita atenção para se apreender o que é fundamental no pensamento do/a autor/a. ( As teses devem estar acompanhadas das referidas páginas )

6. Avaliação crítica da obra

Depois de apresentar e compreender o/a autor/a e sua obra, pode-se traçar alguns comentários pessoais sobre o assunto; embora os comentários sejam pessoais, não devem ser de exagerada subjetividade (achei a obra legal, muito interessante ...), mas uma opinião pessoal ancorada em um argumento fundamentado academicamente.




Prof.    Rev. Gildásio Jesus Barbosa dos Reis
E-Mail: gildasio@iposasco.org.br  -  fones: 3682.2904 / 3682.3075 / 9964.8647

Relatório de Leitura

O Relatório de Leitura deve  conter:

I.                 Nome completo do Aluno que fez a leitura
II.            Referência Bibliográfica da obra lida
III.        Destaques:

1)   Argumento Central
2)   Pontos valiosos
3)   Deficiências ou Objeções
4)    Idéias Principais

(peguei do meu computador)